PERCURSOS NO PARQUE NATURAL DA SERRA DA ESTRELA

RUTAS EN EL PARQUE NATURAL DE LA SERRA DA ESTRELA

 

Durante o 3º Período do ano letivo 2016/17, professores e alunos envolvidos no programa Erasmus +, Espaços Naturais Protegidos Europeus, percorreram três trilhos diferentes no Parque Natural da Serra da Estrela, que passamos a apresentar:

Durante el Tercer Trimestre del curso 2016/17, profesores y alumnos involucrados en el programa Erasmus +, Espacios Naturales Protegidos Europeos, recorrieron tres rutas distintas en el Parque Natural de la Serra da Estrela, que aparecen a continuación:

3º PERCURSO:                           3ª RUTA:

Data: 14/06/2017                                        Fecha: 14/06/2017

Distância: 3 km                                           Distancia: 3 km

Tempo: aproximadamente 1:15 h               Tiempo: aproximadamente 1:15 h

Dificuldade: fácil                                          Dificultad: fácil

1 - O percurso inicia-se no Covão da Ponte.

El recorrido empieza en el “Covão da Ponte”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5 - Regressados ao Covão da Ponte, final do percurso, despedimo-nos do maior rio que nasce em Portugal, o lendário "Mon Diego", agora "Mondego".

De vuelta al “Covão da Ponte”, el final del recorrido, nos despedimos del mayor río que nace en Portugal, el legendario “Mon Diego”, ahora “Mondego”.

 

2 - Neste vale de relevo suave, os últimos pastores da Serra da Estrela utilizam as vastas pastagens para produzirem o leite, ingrediente principal do “Queijo Serra da Estrela”. A vegetação específica destas altitudes médias é o grande segredo do aroma deste alimento. A milenar ocupação humana, associada à pastorícia, modelou e modela ainda o coberto vegetal deste tipo de paisagem em extinção.

En este valle, de suave relieve, los últimos pastores de la Serra da Estrela usan los amplios pastos para producir la leche, ingrediente principal del “Queso Serra da Estrela”.

La vegetación específica de estas altitudes medianas es el gran secreto del aroma de este alimento. La ocupación humana milenaria, asociada al pastoreo.

 

 

 

 

 

3 - A capela da Senhora da Assedasse, um ponto de encontro no meio desta imensidão despovoada, abriga-nos do sol estival ou do gelo invernal. As hortas e o colmo das casas lembram-nos da dureza da vida pastoril, tão longe do "mundo", mas incompreensivelmente, no meio de um céu infindo.

La capilla de la “Senhora da Assedasse”, un punto de encuentro en medio de esta inmensa tierra despoblada, nos abriga del sol estival o del hielo del invernal. Los huertos y el techo de paja de las casas nos recuerdan la dureza de la vida de los pastores, tan lejos del “mundo”, pero inconcebiblemente, en medio de un cielo infinito.

 

 

 

4 - Subindo as serranias, o vale amplia as suas cores, matizes e reflexos que muitos passos além mergulha na penumbra florestal. O rio Mondego, ainda regato, parece unir bosques e pastagens, onde os homens teimam em persistir.

Subiendo las serranías, el valle amplía sus colores, matices y reflejos que muchos pasos después sumerge en la penumbra del bosque. El río Mondego, aún arroyo, parece unir bosques y pastos, donde los hombres insisten en quedarse.

 

 

 

 

2º PERCURSO:                           2ª RUTA:

Data: 24/5/2017                                          Fecha: 24/5/2017

Distância: 2,51 km                                      Distancia: 2,51 km

Tempo: aproximadamente 1:40 h               Tiempo: aproximadamente 1:40 h

Dificuldade: média                                      Dificultad: mediana

1 - O percurso inicia-se junto às Salgadeiras.

El recorrido empieza junto a las “Salgadeiras”.

 

 

2 - As Salgadeiras, pequenas lagoas de origem glaciária, estendem-se em altitude ao longo do trilho. Durante o inverno, a presença da neve impõe aos seres vivos um profundo “sono”. Mas na primavera, a água do degelo forma estes ambientes aquáticos, povoados de espécies, muitas delas existentes apenas nestas altitudes.

Las “Salgadeiras”, pequeñas lagunas de origen glaciar, se extienden en altitud a lo largo de la ruta. Durante el invierno, la presencia de la nieve impone a los seres vivos un profundo “sueño”. Sin embargo, en la primavera, el agua del deshielo forma estos ambientes acuáticos, poblados de especies, muchas existentes solo en estas altitudes.

 

 

 

 

3 - Subindo em altitude (onde a geologia dificulta a progressão), das paisagens sobressai a textura marcada pelo granito e pela acção glaciária. As marcas dos pastores circundam, pelo topo, o Covão Cimeiro, nascente do Rio Zêzere.

Subiendo en altitud (donde la geología dificulta el avance), de los paisajes sobresale la textura marcada por el granito y por la acción glaciar. Las huellas de los pastores rodean, por la cima, el “Covão Cimeiro”, naciente del río Zêzere.

 

 

 

4 - O ponto de maior altitude de Portugal continental, o alto da Torre, abraça o final deste trilho, sem no entanto o tocar.

El punto de mayor altitud de Portugal continental, el alto de la Torre, abraza el final de esta ruta, pero sin que lleguemos a tocarlo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1º PERCURSO:                          1ª RUTA:

Data: 19/5/2017                                          Fecha: 19/5/2017

Distância: 3,67 km                                      Distancia: 3,67 km

Tempo: aproximadamente 1:30 h               Tiempo: aproximadamente 1:30 h

Dificuldade: fácil                                          Dificultad: fácil

1 - O percurso inicia-se na Nave de Santo António.

El recorrido empieza en la Nave de Santo António.

 

 

2 - Ao longo da Nave de Santo António, uma extensa planície de cervunal, abundam os blocos rochosos arrastados pelos glaciares. Acompanha-nos a imponente vista dos “Cântaros” – o Raso, o Magro e o Gordo.

A lo largo de la Nave de Santo António, una extensa llanura de cervunal, abundan los bloques rocosos arrastrados por los glaciares. Nos acompaña la imponente vista de los «Cântaros» - el «Raso», el «Magro» y el «Gordo».

 

 

 

3 - O trilho entra numa pequena zona florestada onde ramos, pedras e o declive nos obrigam a alguns cuidados. Mais à frente, temos o primeiro vislumbre do extenso Vale Glaciar.

La ruta entra en una pequeña zona de bosque, donde ramos, piedras y el declive nos obligan a tener algún cuidado.  Un poco más adelante, tenemos el primer vislumbre del extenso Valle Glaciar

 

 

 

 

6 - No Covão d’Ametade, os vidoeiros plantados ladeiam as margens do rio Zêzere, o segundo maior nascido em Portugal, que aqui se apresenta na sua “infância”. A proximidade do Cântaro Magro revela a origem glaciária deste local.

En el «Covão d’Ametade», los abedules plantados bordean las orillas del río Zêzere, el segundo más grande nacido en Portugal, que aquí se presenta en su «infancia». La proximidad del «Cântaro Magro» revela el origen glaciar de este local.

 

 

7 - Para se finalizar o percurso são necessários alguns dotes de “escalador”. Ainda assim, não conseguimos ombrear com o imenso Cântaro Magro.

Para terminar la ruta se requieren algunas dotes de “escalador”. Aun así, no podemos alcanzar el inmenso “Cântaro Magro”.

 

 

 

 

 

 

4 - Ao entrarmos na estrada asfaltada deparamo-nos, ao longe, com o circo glaciar onde termina o trilho, o Covão d’Ametade. Para norte, o Vale Glaciar apresenta-se em várias perspectivas.

Al entrar en la carretera asfaltada, nos encontramos, de lejos, con el circo glaciar donde se acaba la ruta, el «Covão d’Ametade». Hacia el norte, el Valle Glaciar se presenta desde distintas perspectivas.

 

 

 

 

 

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