Curso Profissional de Turismo faz roteiro pela cidade da Covilhã

No passado dia  6 de Dezembro, os alunos da turma do 11º ano do curso profissional técnico de animação em turismo realizou um roteiro pela cidade da Covilhã, preparado na disciplina de Turismo Apoio ao Cliente.

Na sala de aula, os alunos trabalharam em grupo e elaboraram um questionário sobre uma parte do itinerário. Na passada sexta-feira , saímos a pé da escola com a tarefa de responder a esse questionário. 

Assim, começámos por nos dirigir à ribeira da Goldra, tão importante para  a industria dos lanifícios. Subimos a calçada alta, as escadas de Sto. André (infelizmente os elevadores estavam avariados!) E estávamos junto ao mercado. 

De seguida, visitámos o novo posto do Turismo, no Pelourinho e entrámos no edifício da Camara Municipal da Covilhã. Tínhamos agendada uma visita guiada ao Salão Nobre: Fomos recebidos pela Sra. Vereadora, Dra. Regina Gouveia que nos deu as boas vindas e ofereceu à escola o livro de Ivo Rocha da Silva “O caderno das nossas memorias” sobre a doença de alzheimer. 

O técnico da CMC, João Sardinha, falou-nos detalhadamente dos frescos decorativos do Salão Nobre e da sua relação com a história da nossa cidade. Explicou-nos ainda os elementos do Brazão Covilhanense.

O nosso roteiro continuou no centro histórico: admirámos a Janela Manuelina (aqui degustámos uma nata oferecida pela professora!) Fomos visitar o Sr. Viseu, na rua das Portas do Sol, fomos ver o relógio de sol e as obras de arte urbana Orphan wildde Tamara Alves e O Fio Condutor de Regg Salgado. Depois, fomos à Igreja de Santa Maria observar os azulejos; subimos a rua para ir admirar o Mocho de Bordalo II, o Pastor e Portugal pelas costuras. 

Fomos ainda às escadas do castelo admirar o Estendedouro ali existente e os murais alusivos à canção de Amália RodriguesCovilhã cidade neve.

De novo no Pelourinho, falámos de Pêro da Covilhã e de D. Luís, representados nas estatuas ali existentes.

O nosso roteiro acabou na Rua das Flores, onde contemplámos a Janela Manuelina na antiga judiaria covilhanense.

Foi uma tarde muito cansativa, mas que valeu a pena por tudo o que aprendemos nesta descoberta na nossa cidade. 

                                                                        Camila Campos e Prof. Celina Vieira